Obras da Rodovia da Morte voltam a estágio inicial de estudos técnicos


Deputado Misael Varella cobrou mais agilidade para que não haja prejuízos financeiros e perda de vidas

A duplicação da BR-381, conhecida como “Rodovia da Morte”, que liga Belo Horizonte a Governador Valadares, voltou à fase de estudos de viabilidade. As análises técnicas sobre o tráfego foram feitas em 2008 e, agora, consideradas “ultrapassadas”. De acordo com o Deputado Federal Misael Varella, isto comprova o histórico de incompetência e ingerência da máquina pública. Ele culpou a morosidade dos órgãos responsáveis, nos últimos anos, pelos atrasos e afirmou que a obra custa caro aos cofres públicos e, principalmente, aos familiares das vítimas fatais causadas pela situação das estradas.

Quatro dos oito trechos da obra voltaram à fase de estudos técnicos, econômicos e ambientais – etapa anterior a elaboração dos projetos de engenharia e do início das obras. Os projetos para a duplicação dos oito lotes de Rodovia da Morte foram anunciados em maio de 2014 depois de quatro anos de estudos técnicos e levantamentos ambientais ao longo dos 303 quilômetros que ligam a capital mineira à Governador Valadares.

“Seja por incompetência ou ingerência, seja por corrupção ou desvios, a situação das estradas no país deve ser revista urgentemente”, disse Misael, no Plenário, nesta quinta-feira. Para o deputado, tanto as concessões públicas quanto as privadas merecem reforço na fiscalização dos órgãos competentes. “O tempo que se gasta para a conclusão de uma obra como a da Rodovia da Morte é o tempo que motoristas que trafegam pela via não possuem para salvar suas vidas”, concluiu.

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